Segredos de um fim
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Eu vejo a degenerescência da vida Eu vejo a força da vida Uma força que impele para a morte Uma semente que brota e é forte Eu sinto o enfraquecimento da minha força Eu sinto o apertar da minha forca São olhos que vêm e que escondem-se São segredos escondidos e que mascaram-se Eu oiço efémeras alegrias disfarçadas Eu oiço vazias palavras massificadas A inércia de ignorâncias inconscientes A arrogância de sabedorias reverentes Eu vejo a máscara dos sorrisos artificiais Eu sinto a morte com cercanias fatais Eu sou aquele que mata Eu sou aquele que morre
Tenebrarum
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PHEUK OnLine - Jornal de Opinião da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra